sábado, 2 de junho de 2012

CÁRCERE DA ALMA



Na alma reside o centro de nossas emoções e sentimentos. Muitas pessoas não conseguem viver se quer um dia de modo tranqüilo, pois sempre há um incômodo interior que desestabiliza o indivíduo. O ser humano precisa urgentemente libertar o seu EU, isto é, potencializar suas habilidades, sair da zona de conforto, negar o conformismo, abandonar as regiões gélidas da alma, onde não se pode plantar e nem colher; e prioritariamente vencer a passividade: a grande vilã das derrotas.

Na vida inevitavelmente passamos por muitas contingências e turbulências no campo emocional e afetivo, o que sem dúvida deixa marcas. No entanto, a passividade é uma terrível parasita que esmorece o indivíduo, de modo que, em muitos casos uma pessoa torna-se prisioneira de si mesma. O ex-presidente dos EUA tem uma frase muito verdadeira ´´ o conformismo é o carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento ´´. (John Kennedy)

Uma analogia simplória, mas que expressa uma verdade; é o fato de uma pessoa que sofre um corte em alguma região de seu corpo. O corte dói, machuca muito. O que estanca o corte são os remédios receitados, os cuidados médicos, tudo isso faz com que o corpo vá reagindo ao ferimento e comece a entrar na fase de cicatrização. Essa cicatrização é sinônima de: melhora; esperança, fechamento de vazamento de sangue entre outras. Do mesmo modo é a vida. Vivemos algumas experiências trágicas, que doem, machucam muito, que ferem profundamente, no entanto, no decurso do tempo, com a inserção de positividades mentais, com o abandono do estado de passividade, nós vamos reagindo às situações mais adversas, tornando-nos mais confiantes em nós mesmos, potencializando nossas habilidades, e todo esse conjunto vai ajudando a libertarmo-nos do cárcere emocional, das palavras pejorativas, dos complexos de inferioridade e afins, das derrotas que ficaram incutidas em nossas mentes. O eu pode começar sua reação por diversar formas, por exemplo: despertar da consciência, leituras, visualização da vida sobre uma ótica positiva, auto-motivação para ser um protagonista na vida e não um mero coadjuvante.

Um dado empírico é alimentar a mente de uma consciência muita clara e evidente de Deus. Vivendo uma vida em temor ao Criador Supremo e fazendo com que o EU seja o nosso gestor psíquico, com certeza nossa alma se libertará de uma vez por todas do cárcere que a aprisiona.

Abaixo a passividade, busque uma reação, alimente-se da força suprema de Deus, liberte o seu EU, isto é, acredite em você mesmo.

Pense nisso!

Anderson Flávio